Mãe para criança: Claro que você é normal, quem te disse que não?
Criança para professora: Como a gente sabe se é normal?
Professora para criança: Quando ninguém te percebe.
05 outubro, 2011
19 setembro, 2011
Segunda-feira e as desilusões
Coisas de segunda feira, revirar blogs, vontade de destruir a internet, cortar o cabelo e tentar mergulhar em livros. Coisas de segunda feira não cabem em diários. Mas um comentário em um site antigo me deixa amargurado. "Você só escreve sobre desilusão?". Não, claro que não. Escrevo sobre angústias, desencontros, meninos de rua e às vezes um forrózinho chocho. Às vezes escrevo sobre linhas, outras fora da página. Prefiro escrever para mim, mas acabo sempre escrevendo para os outros. Minha mãe me disse que eu ia ser um bom escritor. Alguns leitores pensam, mas não dizem o contrário, eu acredito. Troco de pele em toda troca de estações. Sou daltônico parcial e o quê mais? Queria ser bombeiro. Mas como dizia a moça lá da internet, se eu só escrevo sobre desilusão, acho que sim, escrevo sobre a morta segunda feira, sobre a vontade de que fosse sexta, ou qualquer dia melhor. Para não cair na armadilha literária, vou dizer que tudo o que acabei de escrever era sobre você.
11 fevereiro, 2011
128 x 1
Sigam-me, sigam-me, sigam-me
Um dia sua ignorância valerá prêmios e milhas
À vista com dez por cento de desconto
Minha querida amiga
Eu tenho tanta coisa para falar, para pensar e para elaborar, que acabo me sentindo culpado. É que a noite é a pior companhia, mas é minha favorita.
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